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quinta-feira, 19 de junho de 2014

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terça-feira, 3 de junho de 2014

Pedras portuguesas levam para a decoração uma inspiração que vem das calçadas

Uso deste material dentro de casa ganha força no design de interiores devido às qualidades do revestimento. Saiba tirar proveito dessa beleza, imortalizada na orla de Copacabana

Revestimento fica bem em vários tipos de ambientes internos, como salas de estar, cozinhas e espaços de convivência. Instalação, porém, exige mão de obra qualificada. Na foto, projeto da arquiteta Flávia Ralston (Martin Szmick/Divulgação
)Revestimento fica bem em vários tipos de ambientes internos, como salas de estar, cozinhas e espaços de convivência. Instalação, porém, exige mão de obra qualificada. Na foto, projeto da arquiteta Flávia Ralston

Elas saíram de onde mais ganharam fama, imortalizadas no Brasil na orla de Copacabana, para compor com graça os ambientes residenciais. Utilizadas em casa, as pedras portuguesas unem alta resistência e durabilidade, forte apelo estético e versatilidade, com a possibilidade de formar belos desenhos e mosaicos através da combinação de cores e formatos. Com origem em Portugal, em meados do século 19, esta pedra ressurge na decoração indoor, permitindo a criação de diferentes efeitos, em propostas rústicas, contemporâneas, ou com pendor retrô.


As pedras portuguesas se caracterizam por ser irregulares e rústicas e, normalmente, sua composição é de calcário e basalto, explica a arquiteta Estela Netto. “Justamente por essa característica tão singular, as pedras portuguesas criam um efeito estético belíssimo”, ressalta. Elas são encontradas, mais comumente, nas cores preta e branca, embora sejam populares também o marrom ou bege, amarelo e vermelho. Em certas regiões brasileiras, também é possível encontrar pedras em azul e verde, demonstra a arquiteta.

Dentro de casa, elas podem ser especificadas tanto no piso quanto na parede, porém, continua Estela, em ambientes de circulação, o espaço deve ser bem analisado para verificar se o uso é indicado. “Caso o local seja muito estreito, a pedra portuguesa não é adequada, porque tem muita textura, e pode até mesmo machucar as pessoas”, orienta. Em sua opinião, as pedras portuguesas proporcionam um visual mais interessante se dispostas de forma a criar grandes painéis, já que, quando colocadas em pequenos detalhes, a tendência é que as irregularidades fiquem evidenciadas, gerando um aspecto até mesmo negativo na composição. "Existe hoje na decoração uma forte tendência em revestir paredes formando painéis decorativos. Sendo assim, a utilização desta pedra é mais um recurso que tem como objetivo destacar esse elemento de composição.”

Dentro de casa, a pedra portuguesa pode ser especificada tanto no piso quanto na parede, ressalta a arquiteta Estela Netto (Eduardo Almeida/RA Studio)
Dentro de casa, a pedra portuguesa pode ser especificada tanto no piso quanto na parede, ressalta a arquiteta Estela Netto
Para ter harmonia na proposta, Estela diz que as pedras portuguesas devem ser o primeiro recurso escolhido pra o espaço, já que são um elemento marcante. A partir daí, os demais itens que vão compor o ambiente são selecionados. “Por exemplo, se foi especificado para o ambiente uma parede com mosaico português, o piso não pode ser super desenhado, pois eles irão competir, trazendo um desconforto visual”. Apesar de carregar um tom mais rústico, as pedras portuguesas se adequam a todo estilo de projeto, continua Estela. “O que vai determinar se o ambiente será mais clássico ou moderno será o mobiliário. A utilização da pedra irá proporcionar mais textura ao espaço, mais acolhimento."

A combinação entre as diferentes cores, formas e tamanhos deste revestimento cria possibilidades extensas, principalmente se agregada aos vários desenhos que podem resultar do mosaico português, destacam as sócias da VS Design, Fabiana Visacro e Laura Santos. “A pedra pode cobrir pequenas superfícies ou ambientes inteiros, conferindo charme e elegância ao projeto. Este material se coloca no mercado de uma forma bastante versátil se avaliadas as várias formas de uso, sua resistência e custo benefício. Além destas vantagens, pode-se dizer que a pedra portuguesa garante exclusividade à proposta.”

CHARMOSAS

Para Fabiana e Laura, as pedras portuguesas sempre imprimem charme e diferencial onde são usadas, podendo conferir aos espaços um ar mais rústico, retrô ou contemporâneo, de acordo com a ambientação. “O material, aliado à madeira de 
Para Laura Santos e Fabiana Visacro, características como resistência e flexibilidade de aplicação são alguns dos atrativos dessa pedra (Eduardo Almeida/RA Studio)
Para Laura Santos e Fabiana Visacro, características como resistência e flexibilidade de aplicação são alguns dos atrativos dessa pedra
demolição, por exemplo, cria uma atmosfera mais rústica. Já mesclado a peças de design arrojado, confere um ar contemporâneo”. Estela e as profissionais da VS Design costumam empregrar as pedras portuguesas em seus projetos. Em um deles, Estela optou pelo uso desse recurso formando um imponente painel, que além de delimitar o ambiente, também proporcionou aconchego. Fabiana e Laura, por sua vez, utilizaram a pedra portuguesa, em um projeto de decoração, para integrar o ambiente à area verde já existente no local. As pedras de cor bege conferiram um clima bucólico à composição.

Usadas em salas de estar e jantar, lavabos, banheiros, halls, varandas, cozinhas, lareiras, escadas, fachadas, calçadas, espelhos d'água, bancadas, vigas e pilares, em casas de campo ou praia, na opinião da arquiteta Selma de Sá Moreira as pedras atualmente deixaram de estar apenas nas áreas externas para ter uma perfeita harmonia com os ambientes internos, em projetos contemporâneos. “Não existe um ambiente determinado onde elas podem ser usadas. Pedras portuguesas ficam lindas tanto em espaços internos e importantes, como o living, quanto em ambientes casuais, como varandas, piscinas e cozinhas gourmets.” Ao projetar o ambiente, Selma frisa que é importante lembrar que as pedras sempre carregam um tom imponente que chama a atenção, então o restante da decoração, segundo a arquiteta, deve ser mais limpo para não comprometer a harmonia do resultado final.

Como destaca Selma de Sá, estas pedras podem ser colocadas alinhadas, ou formando desenhos, trazendo, esteticamente, um ar casual e sofisticado, dependendo da composição, ou mais moderno e colorido, quando usada mais de uma cor. “Existe hoje uma tendência de buscar materiais naturais que trazem rusticidade e, ao mesmo tempo, aconchego.” No projeto para a entrada de uma casa, a arquiteta queria agregar mais charme ao muro com a criação de um painel. Como na parte de trás da casa o piso foi feito com mosaico português e na frente com fulget, a ideia de ter um terceiro revestimento não agradava a profissional que, por isso, escolheu a pedra portuguesa. Para acompanhar a proposta, que mescla um estilo moderno com elementos mais rústicos, a porta e o pergolado foram executados com cruzetas. "Busquei materiais rústicos, mas que tivessem um toque sofisticado, e a pedra portuguesa traduziu exatamente este conceito", finaliza Selma.

A beleza da diversidade

De formato cúbico, geralmente nas medidas 5cm X 5cm, 6cm X 6cm ou 7cm X 7cm, a instalação da pedra portuguesa é feita quase que artesanalmente, uma a uma, e exige mão de obra qualificada, explica a arquiteta, paisagista e urbanista Flávia Ralston. No piso, a colocação pode ser feita com cimento e areia ou diretamente no solo, dispensando o contrapiso. “Esta 
Nas paredes, as lajotas reforçam o estilo rústico, mas com leveza de detalhes, além de permitir criação 
de mosaicos, técnica em alta nos imóveis brasileiros (Eduardo Almeida/RA Studio)
Nas paredes, as lajotas reforçam o estilo rústico, mas com leveza de detalhes, além de permitir criação de mosaicos, técnica em alta nos imóveis brasileiros
pedra é fácil de ser cortada e, depois de encaixadas, elas devem ser niveladas para o piso não ficar irregular. Essa é uma dificuldade”, ressalta. Na parede, além do modo tradicional, as pedras podem ser assentadas com junta seca, sem rejunte, conferindo a sensação de algo feito à mão, ressaltando a forma quadrada. Por serem pesadas, ao revestir a parede, é preciso prever um reforço estrutural de fundação para que a parede aguente o peso do material. "Sobrecarregar as paredes pode causar trincas e nos casos mais graves, até fazê-las ceder", alerta Flávia.

Encontradas em depósitos de construção, em lojas especializadas de revestimento ou em marmorarias, em relação ao custo do material, ele varia muito de região para região, mas fica entre, aproximadamente, R$ 40 e R$ 62 o metro quadrado, sendo que apenas a mão de obra fica em torno de R$ 130 o metro quadrado, podendo chegar a um custo final de até R$ 250. “Antigamente, existiam várias pessoas que trabalhavam com a colocação deste tipo de pedra, que era mais barata. Mas essa tradição foi se perdendo com o tempo, e hoje a maioria destas pessoas já são mais velhas e não passaram o saber para as últimas gerações. O trabalho de instalação é minucioso e demorado, não dá para ir apenas jogando as pedras. A mão de obra, então, deve ser altamente qualificada e está mais escassa, portanto atualmente é muita cara, com valor quase o dobro do material em si”, diz Flávia Ralston. A manutenção é simples, continua a profissional. Deve ser feita apenas com pano úmido com o cuidado, na hora da aplicação, para não sujar o material com cimento.

Para Flávia, a sensação é de que a pedra portuguesa, quando usada no design de interiores, traz para dentro o que antes estava apenas lá fora. Como acabamento, ela pode ser usada em diversas situações, pontua a arquiteta. “Ela deve ser valorizada como elemento decorativo. Muda de linguagem conforme a concepção arquitetônica, com muita versatilidade. Não conota uma idade, mas sim uma contemporaneidade retrô. Esta pedra deve ser marcada como um cenário e pode ser realçada com iluminação direta. Com as irregularidades inerentes à pedra, cria-se um efeito de textura a partir das combinações entre luz e sombra”.

UMA ORIGEM SECULAR

 (Bruno Domingos/Reuters %u2013 1/10/09
)


Como o próprio nome já indica, as pedras portuguesas se originaram em Portugal, no século 19 e foram amplamente usadas nesse país no calçamento de áreas exclusivas para pedestres, em parques, praças e pátios, por exemplo, demonstra a arquiteta Estela Netto. As sócias da VS Design, Fabiana Visacro e Laura Santos, explicam que, naquele país, os profissionais responsáveis pela instalação deste tipo de revestimento recebem o nome de "mestres calceteiros". “Com o terremoto de 1755, a consequente destruição e reconstrução da cidade de Lisboa possibilitou a primeira utilização deste material tão conhecido nos dias de hoje, que aliava estética e bom custo”, complementam. 

No Brasil, estas pedras foram muito utilizadas no paisagismo do século 20 devido à sua flexibilidade de montagem e de composição plástica, continua Estela Netto. “Um exemplo clássico de seu uso, conhecido no mundo todo, é o calçadão de Copacabana, obra de Roberto Burle Marx, no Rio de Janeiro” (acima).

Outro exemplo se sua utilização no Brasil são as calçadas da Avenida Atlântica, também no Rio, revestidas com pedras importadas de Portugal, lembra Selma de Sá. “Mais tarde foram descobertas enormes jazidas de material muito parecido com o calcário branco e o basalto negro trazidos de Portugal, próximas à região do Rio de janeiro, e atualmente o Paraná é um dos maiores fornecedores.” 

Para Flávia Ralston, os famosos desenhos com mosaicos portugueses tiveram o auge entre as décadas de 1950 e 1970, com grande aceitação pela arquitetura moderna, largamente usados ao lado dos seixos rolados e em fachadas, remetendo principalmente aos anos 1960. “A invasão das pedras portuguesas nos pisos se deu por sua grande resistência. Entre os anos 1980 e 1990, elas foram um pouco esquecidas, com a preferência por massas e pinturas mais lisas, com menos textura. Há cerca de uma década, esta pedra voltou com força e adentrou a casa”, finaliza.

Noticia: http://opopular.lugarcerto.com.br/app/401,60/2012/10/21/interna_decoracao,46622/pedras-portuguesas-levam-para-a-decoracao-uma-inspiracao-que-vem-das-calcadas.shtml 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

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  • segunda-feira, 12 de maio de 2014

    Roteiro mostra as simetrias da calçada portuguesa

    Jardim Botânico





    Avenida da Liberdade







    Praça dos Restauradores




    Rua dos Correeiros




    Rua Augusta






    Rua da Conceição


     Largo de São Julião




     Praça do Município




    A calçada portuguesa presente em Lisboa permite a descoberta de todos os tipos de frisos e 11 tipos de padrões, simetrias planas que, a partir de hoje, podem ser conhecidas numa visita guiada pela capital.
    A rota das simetrias da calçada portuguesa é um percurso entre o Jardim Botânico e a Praça do Município, promovido pelo Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), que passa por nove zonas da cidade onde serão abordados alguns tipos de simetrias patentes em vários modelos da calçada, bem como a história deste tipo de construção ou a geologia da cidade.
    "A calçada em Lisboa tem praticamente o número máximo de frisos. E tem 11 dos 17 padrões", explicou à agência Lusa um dos coordenadores do projeto, José Francisco Rodrigues.
    Assim, nesta rota, "que junta a cultura e o lazer à ciência", é possível ver e conhecer os padrões e frisos presentes na calçada existente no Jardim Botânico, na Avenida da Liberdade, nos Restauradores, no Rossio, na Rua dos Correeiros, na Rua Augusta, na Rua da Conceição e no Largo de São Julião e na Praça do Comércio.
    A iniciativa pretende, segundo a organização, "promover a vitalidade da calçada, demonstrar a riqueza matemática que se esconde nas ruas e mostrar um pouco da história ancestral da capital". A visita é guiada por um matemático e por uma geóloga.
    "Uma das preocupações que temos é que a cidade de Lisboa pudesse, em futuras calçadas que viesse a construir, em sítios de impacto turístico mas também noutros, construir as simetrias que faltam", disse José Francisco Rodrigues.
    O responsável indicou que dos 24 tipos de simetria plana na calçada portuguesa existente em Lisboa "faltam cinco ou seis". A cidade já tem a totalidade dos tipos de padrões, falta-lhe concluir os frisos.
    "A partir do momento em que a coleção estiver completa, Lisboa vai ser a única cidade do mundo onde é possível ver todas as simetrias planas nas suas ruas. Teria um grande impacto turístico. Gostaria muito de ver Lisboa com todos os padrões", afirmou.
    Perante a iniciativa da Câmara de Lisboa de remover alguma calçada, não artística, em zonas com pouca acessibilidade da cidade, José Francisco Rodrigues admitiu esperar da autarquia "algum bom senso".
    "O património cultural tem de ser mais forte do que os incómodos de um salto alto. Mas também há calçada com impacto cultural e outra que não. Tem de haver um compromisso. Espero que o bom senso e o bom gosto prevaleçam. Não gostaria de ver Lisboa perder este património que tem", disse.
    O roteiro é ao final da tarde de hoje apresentado oficialmente e estará depois aberto a marcações de escolas ou de outros grupos organizados.
    "Em paralelo, existirão, em ocasiões especiais e noutros fins de semana previamente anunciados, sessões destinadas ao público em geral", avançou a organização.
    A iniciativa está integrada nas atividades da Matemática no Planeta Terra e tem ainda o apoio da Agência Ciência Viva, da Câmara e do Turismo de Lisboa e da UNESCO.

    Fotos Celso Gonçalves Roc2c - Maio 2014
    Noticia: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3855290&page=-1